Em casos de traumas provocados por acidentes, internação prolongada e sequelas de AVC, entre outros, contar com um programa de reabilitação é fundamental.

Após a alta, o tratamento pode prosseguir de duas maneiras: na casa do paciente ou em um centro de reabilitação. No restabelecimento de funções e movimentos, a utilização de alguns equipamentos também é decisiva para o sucesso. Entre os mais conhecidos, estão os aparelhos de eletroestimulação (que emitem choques leves para estimular a área afetada), eletroanalgesia (para dor) e a prancha ortostática, que serve para dar apoio ao paciente que não consegue ficar em pé. A essa lista podem ser acrescentados recursos como hidroterapia, tecnologias para treino de equilíbrio e de caminhadas, além de bicicletas ergométricas adaptadas e esteiras.
A reabilitação pode ser iniciada ainda durante a internação e, após a alta, prosseguir de duas maneiras: na casa do paciente ou em um centro de reabilitação.
Indicada para os casos em que o paciente não necessita ficar internado e sua residência apresenta condições para receber uma estrutura de atendimento, a reabilitação domiciliar confere algumas vantagens ao tratamento, como o conforto do lar e a proximidade da família. De maneira geral, é possível adaptar os equipamentos necessários ao ambiente doméstico.Independentemente do modelo adotado – hospitalar ou domiciliar – o mais importante na reabilitação é fazer uma avaliação minuciosa de cada caso e oferecer um plano de cuidados personalizado e adequado à necessidade do paciente. Os últimos anos trouxeram boas novidades tanto em avanços tecnológicos quanto na capacitação dos profissionais envolvidos, o que tem garantido um reconhecimento da importância da reabilitação.

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